SEO: Como chegar ao topo do Google | Studio DMS - Agência de Marketing Digital e Design
DMS - Blog - SEO

SEO: Como chegar ao topo do Google

Marketing Digital

Compartilhe:

Se existe uma estratégia que mostra à sua empresa como chegar ao topo do Google, é o SEO. Search Engine Optimization (otimização para mecanismos de busca). Este é o significado de SEO. É uma estratégia que envolve um conjunto de técnicas que visam otimizar sites, blogs e páginas da web. O principal objetivo das otimizações é gerar um ranking orgânico melhor para as páginas e consequentemente atrair mais visualizações.

Atualmente, o SEO é uma das principais ferramentas de Marketing Digital. Cada vez mais as empresas buscam os primeiros lugares do Google. Apesar da internet ter ganho visibilidade há um tempo, os negócios ainda estão aprendendo a usufruir das vantagens da ferramenta.

Os mecanismos de busca geram muita visualização para qualquer empresa e uma boa estratégia de SEO faz com que as organizações cheguem no topo das procuras. Além da marca ganhar credibilidade, ela recebe cada vez mais visitantes e aumenta o número de vendas.

E eu ainda nem disse qual é a melhor parte. Não é necessário investir um centavo! Foi isso mesmo que você leu, não custa nada fazer publicações de conteúdo na web.

Quer saber como o SEO pode ajudar a sua empresa a chegar nas primeiras posições nos mecanismos de busca? Então, leia o conteúdo que preparamos.

Primeiro, saiba o que é SEO

Apesar do Google não liberar o número exato de pesquisas que são feitas por dia na plataforma, estudos estimam 5,5 bilhões de buscas diárias no mundo inteiro. Isso mostra a relevância que uma empresa pode conseguir ao realizar boas práticas de SEO e também o caminho que ela irá percorrer até chegar ao topo do Google.

Todos os dias as pessoas pesquisam suas necessidades. Desde o endereço de um lugar que elas precisam ir até sintomas de doenças. O humano é um ser cheio de dúvidas e questões a serem resolvidas e os mecanismos de buscas tentam resolver essa inquietação.

Os números mostram a importância do Google:

• Os três primeiros links que aparecem nas buscas recebem cerca de 30% dos cliques;

• Não chega a 1% o número de usuários que acessam a segunda página de buscas.

Por isso, mesmo que seja preguiça ou apenas por confiar mais nos primeiros resultados, as pessoas dificilmente acessam outros conteúdos que não sejam os da primeira página. A relevância de ter um bom ranqueamento é imensa, ainda mais quando estamos falando sobre uma estratégia que vai afetar diretamente os negócios de uma empresa.

A cada pesquisa realizada aumentam as chances da sua empresa estar entre as melhores respostas e ter um bom posicionamento no Google. Isso gera mais visibilidade, tráfego orgânico e aumenta a possibilidade de realizar uma venda.

Agora, não pense que apenas um bom conteúdo irá provar para o Google que o seu site ou blog merece estar nas primeiras posições da SERP (Search Engine Results Page). Existem outros critérios, como: usabilidade, autoridade e boa leitura. Por isso, apenas uma estratégia de SEO bem estruturada fará uma página chegar ao topo do Google.

E o que são os motores de busca?

Os motores de busca, também chamados de buscadores, sites de busca, mecanismos de pesquisa ou search engine, são sistemas que têm a função de rastrear, indexar e ranquear os conteúdos para montar uma sequência lógica quando o usuário realizar uma pesquisa.

Os buscadores não se resumem ao Google. Yahoo!, Baidu e Bing são outros sites de pesquisa famosos, mas menos utilizados. Até mesmo Youtube e Pinterest entram nesta categoria, já que são bastante utilizados no momento da busca por conteúdos.

Cada um dos que foram citados possuem maneiras diferentes de realizar o ranqueamento. Porém todos têm o mesmo objetivo: proporcionar as melhores respostas para as perguntas que as pessoas fazem.

Algoritmo do Google

Mesmo que os outros sites de busca sejam relevantes, é impossível não dar um destaque especial para o Google. Ele domina o mercado com mais de 92% de shares. Por isso, é importante entender bem como ele funciona.

O algoritmo do Google é uma combinação de operações que estabelecem o posicionamento de cada link nos resultados das buscas orgânicas. A sua função é entregar para o usuário os materiais que melhor respondem a sua dúvida.

E para fazer isso, o algoritmo possui uma série de requisitos e é atualizado com certa frequência para continuar entregando o que as pessoas precisam. No entanto, não apenas premiar as melhores páginas, os algoritmos visam rebaixar conteúdos de baixa qualidade.


Todos os anos são realizadas milhares e milhares de atualizações. Entretanto, não são todas que merecem destaque. Separamos as mais importantes para que você entenda mais um pouco o que influencia o SEO e o seu caminho até chegar ao topo do Google. Confira:

1 – Panda (2011):

O Google queria penalizar sites e conteúdos ruins e de baixa qualidade que praticavam estratégias como excesso de palavras-chave e link farms;

2 – Penguin (2012):

Com o Penguin, o mecanismo buscou penalizar sites que usavam backlinks de baixa qualidade e começou a dar crédito para os que recebiam links de sites com autoridade.

3 – Hummingbird (2013):

Mas o Google não rebaixa apenas os sites ruins, ele presenteia aqueles que produzem um bom conteúdo. Em 2013, o Hummingbird melhorou a classificação dos resultados ao mudar o foco da correspondência exata da palavra-chave para a compreensão das intenções de busca.

4 – Mobilegeddon (2015):

O mobile-friendly passou a ser um fator para ranqueamento, ou seja, os sites que tinham uma boa otimização para smartphones começaram a ter um posicionamento melhor do que aqueles que não.

5 – Rankbrain (2015):

Para melhorar a usabilidade e a experiência dos usuários, o Google inseriu a inteligência artificial e machine learning. Assim, a ferramenta consegue entender qual a intenção das pessoas ao realizar uma pesquisa.

6 – Mobile-First Index:

Depois dessa atualização as páginas mobile passaram a versão principal para o ranqueamento.

7 – BERT (2019):

De novo tentando entender melhor o que as pessoas querem ao fazer uma busca, o Google instalou um sistema de inteligência artificial especializado no processamento de linguagem natural.

Quais os fatores que os mecanismos de busca utilizam para definir o ranqueamento?

Atualmente, é estimado que existam mais de 200 fatores de ranqueamento utilizados pelo Google em seus algoritmos. A combinação entre eles é o que determina o posicionamento das páginas na SERP.

Mesmo que especialistas discutam sobre e os negócios se baseiem em alguns fatores determinados, o Google não fala abertamente o que seus mecanismos consideram na hora de realizar o ranqueamento. Por isso, o mercado realiza testes para entender e saber quais são as melhores práticas referentes a SEO que farão os sites chegarem ao topo do Google.

Um consenso é que os fatores são divididos em dois grupos:

Grupo 1: On page

On page em tradução literal significa dentro da página. Este grupo considera os fatores que estão dentro de uma página. Alguns exemplos de SEO on page são:

• Título e meta description (meta descrição);

• Heading tags;

• Conteúdo;

• Imagens;

• URLs;

• Rich snippets.

Através desses fatores o Google consegue fazer uma varredura pela página e entender melhor o conteúdo, as informações transmitidas e a organização realizada. Dessa maneira, a indexação feita é a correta.

Grupo 2: Off page

Por sua vez, já é possível compreender o que são os fatores off page. Em suma, é aquilo que é realizado fora da página e evidencia se ela é de qualidade.

Por isso, podemos dizer que o SEO off page são as ações realizadas para melhorar a autoridade do site através de bons backlinks.

Alguns exemplos:

• Quantidade de backlinks;

• Diversidade de backlinks;

• O contexto dos backlinks;

• Referências feitas a marca;

• Sinais sociais;

• Buscas diretas.

Para o Google, estes são os fatores que mostram o quanto uma página tem autoridade no assunto. Por isso, é possível dizer a força da marca em cima do seu SEO off page. Quanto mais backlinks a página tem, mais confiável e relevante ela é.

Black Hat e White Hat

Assim como mostramos, o Google trabalha intensamente para melhorar a experiência e as buscas dos usuários. Por isso, além de sempre elevar os conteúdos que são realmente relevantes, é necessário rebaixar páginas com conteúdos considerados black hat, ou seja, com conteúdo pouco relevante.

Desde o começo o Google tenta ao máximo diminuir as posições de conteúdos black hat. Com tantas atualizações, é muito mais difícil quebrar as regras e ter um bom ranquemaneto com materiais ruins.

Logo, é preciso conhecer práticas utilizadas em conteúdos black hat que precisam ser evitadas. Veja algumas:

• Link farms: os backlinks utilizados acessam apenas conteúdos de fora da página;

• Keywords stuffin: as palavras-chave são usadas em excesso;

• Spam: a página faz comentário em blogs apenas para receber backlinks.

Antigamente essas práticas eram muito usadas para conseguir um melhor posicionamento no Google. No entanto, com as constantes atualizações cada vez menos elas funcionam. Por isso, fugir do black hat e entender o white hat é a melhor forma de aumentar a relevância de uma página.

O Google recomenda algumas ações através das suas diretrizes. O white hat, boas práticas de SEO, está diretamente ligado as diretrizes. Algumas das ações recomendadas são:

• Ter uma boa usabilidade no site e sempre melhorar ela;

• Usar as palavras-chave de forma natural, sem exageros;

• Ganhar backlinks de páginas relevantes.

E como traçar uma boa estratégia de SEO?

Assim como qualquer outro serviço feito em uma empresa, é preciso realizar o planejamento primeiro. Apenas uma boa estratégia de SEO fará as páginas da sua empresa chegarem ao topo do Google. Não adianta apenas escrever um conteúdo e jogar ele na internet, é muito difícil concorrer com sites maiores e mais influentes.

Produzir um material relevante demanda tempo e estratégias certeiras, por isso é tão importante conhecer e saber do que se trata o SEO.

Uma coisa que todos devem ter em mente ao começar a entender um pouco mais sobre o assunto é que essa é uma estratégia que dará resultados a médio e longo prazo. O Google não irá ler e identificar uma página do dia para a noite.

Então, para ajudar quem quer começar a produzir conteúdos que tenham um bom posicionamento nos mecanismos de busca, separamos algumas dicas a serem seguidas na hora de montar o planejamento.

Saiba quais são os objetivos

Antes de qualquer coisa, é preciso definir os objetivos ao otimizar uma página, site ou blog. Pensando nisso é importante conhecer os benefícios de um bom ranqueamento.

• O tráfego orgânico irá crescer;

• Mais conversões e leads;

• Mais vendas;

• Redução no custo de aquisição de clientes (CAC);

• Educação do mercado;

• Relevância maior da marca.

Para entender melhor os objetivos que serão traçados, anote as metas da sua empresa. Com elas em mão, faça o alinhamento da estratégia e busque os resultados em cima dos objetivos que foram desenhados.

Defina a persona

A mensagem é direcionada para quem? Quem estará interessado no conteúdo e/ou produto a ser produzido e divulgado? Quem deve ser atraído?

Essas são algumas perguntas que ajudam a criar e definir a persona de um negócio. Ela é essencial para que o planejamento seja certeiro e para que o conteúdo tenha valor.

A persona é um personagem semifictício, baseado em dados e entrevistas, que representa o cliente ideal de uma marca. A sua construção é necessária para saber exatamente com quem se comunicar e quais interesses atingir.

Além disso, não dá para esquecer de trazer o funil de vendas para essa equação. É preciso fazer essa consideração para entender melhor quais os tipos de conteúdos e em qual momento eles serão oferecidos. Isso ficará evidente nas palavras-chaves utilizadas, que no começo são mais gerais e depois devem se tornar mais específicas.

Conheça as palavras-chave e entenda a importância delas na estratégia de SEO

As palavras-chave são a maneira como um usuário faz a sua busca nos mecanismos. Quando a pessoa digita a sua dúvida ou o que ela precisa saber, o Google faz a leitura e fornece os conteúdos que entregam a melhor resposta.

Por isso, as palavras-chave são fundamentais para as estratégias de SEO e também para as organizações que pretendem chegar ao topo do Google. Qualquer produtor de conteúdo sabe disso e realiza uma busca minuciosa para saber qual o melhor caminho a ser tomado em questão das palavras-chave.

Como vimos, o Google já tem funções suficientes para entender como uma pessoa irá realizar a sua busca. Isso quer dizer que a inteligência artificial já é capaz de entender sinônimos, por isso não é preciso repetir tanto a palavra-chave dentro de um conteúdo.

Veja quais são os tipos de palavras-chave

Além de entender os tipos de busca que são feitos, é essencial entender quais tipos de palavras-chave devem ser utilizados. Assim, quando os usuários realizarem as suas buscas, o conteúdo estará lá como uma das principais respostas para quem está navegando.

Os dois tipos de palavras-chave que existem são: head e long tail. Elas estão ligadas a uma cauda e correspondem diretamente ao momento da jornada de compra do leitor. Quanto mais na ponta a palavra-chave estiver, mais próximo de tomar uma decisão estará o lead. Por isso, a palavra-chave deve ser a mais específica possível. Agora, quanto mais longe da cauda, mais genérico será o termo usado.

Conhecer ao máximo a importância das palavras-chave, fará com que a empresa esteja cada vez mais perto (organicamente falando) do seu público-alvo. Ainda mais quando estivermos falando sobre estratégias de Inbound Marketing.

Então, compreender o que são head e long tail fará com que o planejamento seja o mais certeiro possível, sempre pensando no momento da jornada de compra do lead.

Head Tail

As palavras-chave de head tail são mais abrangentes e genéricas, por isso muito utilizadas para o início da jornada de compra. Como o lead ainda não faz nem ideia de que tem um problema e que precisa resolvê-lo, conhece muito pouco sobre o assunto.

Em suma, os termos head-tails por estarem adequados ao conteúdo no geral, possuem um número maior de buscas e isso tende a criar uma movimentação maior na página. No entanto, pela falta de entendimento dos conteúdos, as pessoas não convertem e não entram para a jornada de compra.

Além de tudo isso, como o tráfego é maior, a concorrência pela palavra-chave também é. Isso tende a dificultar bastante um bom ranking para a página. Alguns exemplos de termos head tail são:

• Inbound Marketing;

• Leads;

• Funil de vendas;

• Funil de marketing;

• Marketing Digital;

Essa seria a forma como as pessoas estariam realizando a sua busca no Google, de maneira pouco aprofundada e tentando entender o assunto em um contexto geral.

Long Tail

As palavras-chave de long tail, também chamadas de cauda longa, tem características mais intrínsecas ao assunto. Em outras palavras, elas são mais específicas.

Por isso, depois que o lead desenvolve um certo conhecimento sobre o assunto, ele fará uma pesquisa mais embasada e direta naquilo que ele necessita saber. Entretanto, mesmo que esteja mais por dentro do tema, o leitor ainda não está maduro o suficiente para tomar a sua decisão final de compra.

Diferente dos termos head-tail, as palavras de cauda longa geram menos tráfego. A situação é simples, nem todo mundo tem um conhecimento tão aprofundado para realizar buscas com termos mais específicos.

Contudo, mesmo que atraiam menos visitantes para a página, palavras-chave long tail aproximam leads que estão mais maduros e consequentemente conseguem mais conversões. Além disso, conseguir um melhor ranqueamento com termos de cauda longa é mais tranquilo pela menor competitividade.

Utilizando exemplos que foram apresentados acima, agora, se o usuário estiver interessado no Inbound Marketing, ele irá fazer pesquisas mais especificas sobre o assunto.

Podemos ver isso em exemplos como:

• Agências de Inbound Marketing;

• Quais as vantagens do Inbound Marketing;

Ferramentas que ajudam na definição das palavras-chave

No início pode ser bem complicado entender qual o conceito de palavra-chave e como definir ela em um conteúdo. Para ajudar os iniciantes, hoje, existem algumas ferramentas que fazem a análise e geram resultados sobre o potencial, a competitividade e como definir prioridades de otimização.

Existem tanto ferramentas pagas quanto gratuitas para produzir esses dados. As gratuitas são:

• Planejador de palavras-chave do Google Ads;

• Keyword Tool e Ubersuggest;

• Google Search Console;

• Google Trends.

Já as pagas são:

• SEMrush (a partir de U$ 99,95/mês);

• Ahrefs (a partir de U$ 99/mês);

• Moz Keyword Explorer (a partir de U$ 99/mês).

As ferramentas gratuitas ajudam a compreender melhor como funcionam as métricas, mas não geram uma visão completa sobre as palavras-chave. Para ter isso, é necessário ir atrás dos planos pagos.

No final só é preciso saber como utilizar o SEO ao seu favor

Qualquer estratégia apresentada e desenvolvida por uma empresa precisa estar bem preparada para atingir a sua finalidade e com o SEO não é diferente. Para entender a fundo o termo, seus significados, atuações e vantagens é preciso muito conhecimento.

É por isso que não adianta ler um conteúdo e logo de cara tentar aplicar uma estratégia. No entanto, depois de realizar pesquisas, estudar e ter um conhecimento amplo sobre o assunto é possível aplicar o SEO com sucesso e chegar ao topo do Google.

Ele é muito útil já que gera mais tráfego orgânico, mantém os leitores em contato com a marca e ainda diminui o valor gasto com outras mídias e anúncios.

É ótimo tanto para empresas que estão começando e não tem tanto dinheiro em caixa como para grandes empresas que buscam uma forma alternativa de gerar mais leads e vendas.

Portanto, se você quer conhecer mais sobre SEO e estabelecer essa estratégia na sua empresa, converse agora mesmo com um de nossos especialistas.

Atendimento Studio DMS